Energia sem fim (Poesia Lady Hannah)

Quando eu partir
Não chores por
Mim,
Pois vou surgir
Como Energia
no universo sem
Fim…
E você poderá
Me sentir sob o
Calor do Sol da
manhã,
acariciando
Sua pela como
Se fosse um veludo
Avelã…
E Você poderá
Me ver através
Das nuvens de algodão
Talvez,
Através das nuvens
Cinzentas anunciando
as chuvas de Verão
Eu sou o granizo
Atingindo o chão…
E Você poderá
Me ouvir com
O canto dos pássaros
Sonatas oblíquas,
Concizas,
Estrofes estridentes, ardentes
Anunciando
Que eu estou presente
Bem perto de ti…
E Vc poderá me ver
Através dos vastos
Campos
Com belos cavalos
Galopando seguindo
a estrada rumo ao Paraiso
Que não é aqui,
Fica próximo ao Portal
Do arco iris aonde a vida
Não tem fim….
Composição: Lady Hannah
Meu pé de Morangos III – Poesia Lady Hannah

Meu Pé de Morangos III
O Pezinho de morangos sobreviveu,
Nada o abateu, nem as pragas,
As tempestades, o calor intenso,
E muitos desalentos…
O Pezinho de Morangos sobreviveu,
Ao tempo, que muitas vezes, não é
A nosso favor, porém, é tempo que cura
As angústias , o sofrimentos, os maus momentos…
O Pé de Morangos sobreviveu,
Colheu os nutrientes da terra, os sais minerais,
A água e o amor de quem o regou e amou,
Tudo cultivado com apreço , cresce e resplandeça…
O Pé de Morangos sobreviveu,
Para seguir as mudanças, novo vaso,
Com terra renovada para seguir florescendo,
E os frutos aparecendo, vermelhos,
Com aroma expressivo, sabor doce,
Assim como o amargo da vida se dissipe e
Tudo que nos agride…
Composição de Lady Hannah
A Culpa é das Estrelas – John Green (Resumo e Breve Análise)

A Culpa é das estrelas, romance de John Green, é a quarta obra solo e sexto romance no geral. Foi publicado em 10 de janeiro de 2012. O título é inspirado no Ato 1, Cena 2 da peça de Shakespeare Júlio césar, na qual o nobre Cássio diz a Brutus : “Os homens em algum momento foram mestres de seus destinos. “A culpa , querido Brutus, não está em nossas estrelas, mas em nós mesmos, que somos subalternos.” A estória é narrada por Hazel Grace Lancaster, uma Jovem de 16 anos com câncer de tireóide, foi escolhida para um tratamento alternativo com uma droga, a qual afetou seus pulmões.
Hazel narra os momentos difíceis de ser uma adolescente que não pode ter uma vida normal desde seus treze anos, primeiro, a luta contra o câncer de tireóide e depois, devido a uma droga experimental, a qual elimininou o tumor, mas afetou seus pulmões e tinha que estar ligada quer onde fosse a um cilindro de oxigênio.
A jovem é forçada por seus pais a participar de um grupo de apoio onde posteriormente conhece e se apaixona por Augustus Waters, de 17 anos, ex-jogador de basquete, fora amputado de uma perna e sobrevivente de osteossarcoma. Um Jovem, ao contrário de Hazel, não se deixava abater pela depressão decorrente da doença, e vivia a cada dia como se fosse algo diferente. No primeiro encontro, ele a convidou para assistir o Filme o V de vitória, na casa dele, e Ela o convidou para ler seu livro preferido ( Uma aflição imperial), daí por diante, não se desgrudaram, com missões diferentes um com o outro, ou seja, Hazel era para Augustos uma pessoa, a qual poderia tirar do fundo do poço e de certa forma ser lembrado por ela, em algum momento da vida e para Hazel Grace (Assim como ele a chamava), alguém para fazê -la ter um significado para viver, além de seus pais.

Havia o Isaac, também acometido com um câncer ocular, melhor amigo de Augustus e consequentemente de Hazel, ficou cego e foi abandonado pelo grande amor de sua vida (Mônica), ressalta que na maioria das vezes nos relacionamentos falta força para encarar as doenças de um modo geral, no caso de Isaac, a rompimento pela namorada.
Augustus teve a notícia de que seu câncer voltou e espalhou-se tal como as luzes acesas de uma árvore de Natal, e mesmo assim, com a ajuda de seus pais, proporcionou a Hazel Grace o desejo mais intenso da vida dela: “Conhecer o autor de seu livro preferido( Vincent Van Houten) “e saber o que aconteceu com as personagens, pois a estória era uma narrativa em primeira pessoa da personagem com câncer (Anne), um diário, o qual ela escrevia contando sobre sua vida, acontecimentos e sobre pessoas ao seu redor, como a mãe, o namorado da mãe, o pequeno ramister e outros fatos. O livro não tinha um final, e isso a deixava intrigada, apesar de muitas cartas ao autor, as quais, jamais foram respondidas, exceto quando augustus não só consegue um contato, como também, um encontro em Amsterdã com o autor do livro.
Apesar dos pulmões de Hazel, não comportarem uma viagem de avião para um país muito distante, Eles foram para Amsterdã acompanhados pela mãe dela, e Augustus firme e forte, controlando suas emoções sobre seu estado real de saúde, vivendo plenamente ao lado de Hazel Grace.
Chegando lá, se acomodaram no hotel, Hazel e a Mãe em quarto e Augustus em outro, e a noite o casal de adolescentes tiveram um jantar patrocinado por Van houten através da secretária. Após o jantar, voltaram ao hotel, mas Hazel não foi para o quarto que dividia com a mãe, seguiu com Augustus para o quarto dele e lá perderam ambas as virgindades envolta de um sentimento puro e harmonioso

Logo de manhã os dois jovens foram à casa de Vicent, autor do livro, foram recebidos pela secretária e logo depois apareceu o Autor de pijama e com ações não amistosos, causando um mal estar nos jovens, pois além dele não responder as perguntas de Hazel, a insultou profundamente, a qual resultou no pedido de demissão da secretaria.
Após as desculpas da ex secretária de Van Houten, ela os levou para visitar a casa de Anne Frank e foi lá o primeiro beijo do casal de adolescentes e foi ali também no banco em frente à casa de Anne que Augustus Waters disse toda a verdade de seu estado de saúde para Hazel, causando muita tristeza para os dois jovens amantes adolescentes.

A volta para os Estados Unidos, foi sem problemas, mas o estado de saúde de Augustus piorava a cada dia é Hazel Grace não sai um instante do lado dele, e até loucuras para o estado de saúde do rapaz ela concordava e executava. Até que chegou a notícia fatídica, (o passamento de Augustus), e ela pode ler o epitáfio o qual tinha escrito para seu grande amor, e até O escritor Van Houten estava no enterro, nesse sentido, O jovem Augustus fora lembrado de certa forma .
E acaba assim tal como no livro preferido de Hazel, cada um formula sua própria conclusão sobre o destino dela, se houve cura do câncer ? ninguém sabe, mas ela tirou muito aprendizado de que a vida é efêmera e temos que viver a cada instante de nossas vidas.
Breve Análise
Percebe-se uma narrativa em primeira pessoa pela Personagem Hazel Grace, uma jovem adolescente, portanto, um livro para adolescente, a produção cinematográfica dirigida por Josh Boone é exatamente como o enredo do livro exceto algumas descrições, as quais não fogem do enredo original, mas que possui um assunto, o qual afeta a todos, a doença, o câncer.
A linguagem usada com algumas gírias tal como: “tal”, não interfere na linguagem rebuscada do roteiro, que sutilmente é inserida, principalmente pelo personagem Augustus, de uma oratória fascinante, mesmo sem freqüentar uma faculdade ainda, os conhecimentos dele eram muito significativos de diversas leituras e pesquisas, apesar de ser um jogador de vídeo games. Isso incita os leitores e leitoras do livro a querer ter o mesmo conhecimento a ler Shakespeare, por exemplo.
Todos os momentos da obra de John Green são fictícios, ele mesmo cita nos agradecimentos do livro, mas é relevante ressaltar o quão é importante a pesquisa na área médica sobre o câncer que infelizmente levam muitas pessoas e jovens como Hazel e Augustus.
O primeiro amor também é ressaltado na estória de maneira sutil e pura, o amor verdadeiro que todos nós procuramos, ou a maioria das pessoas querem e procuram, amor para toda vida, na saúde e na doença, mas também, constata se que Hazel no início, achou em Augustus um step para realizar seus sonhos de ser uma adolescente normal, com um namorado e ser mimada por ele e depois os papéis se revertem, ela se tornou o step de augustus, ficando ao lado dele até a hora derradeira, e na verdade, o step também é um tipo amor (até que a morte os separe).
Um fato interessante a enfatizar dentro dessa obra é o fato de Anne Frank (a jovem judia que ficou dias abrigada dentro de um armário de sua casa escondida dos sanguinários nazistas), deixou esse mundo por uma pneumonia e a personagem do livro de Van Houten, ( escritor favorito de Hazel) a qual também tem o nome de Anne, talvez John Green quisesse que todos fizessem uma inferência entre os diários, pois tanto Anne Frank , a qual escrevia fatos reais a Anne personagem da obra fictícia escrevia em seu diário, uma estória de uma menina com câncer tal como Hazel e a Jovem por sua vez estava lutando com os seus pulmões, e Anna Frank faleceu exatamente de uma doença, a qual danifica os pulmões e tudo leva a simples conclusão de que viver é morrer nesse , ou seja, um dia vamos morrer, mesmo se conquistamos a vitória sobre o que fosse.
O segundo nome de Hazel, também é fato de análise :”Grace”, nos remete ao nome da Princesa de Mônaco (Grace Kelly), que encontrou seu príncipe, mas faleceu, primeiro que ele e nossa Hazel Grace ficou sem seu príncipe encantado, e continuou sua luta terrena e tal como em (Uma aflição imperial), o autor John Green não especificou se ela conseguiu a cura ou não mas é uma excelente estória reflexiva realmente.
Pois, assim é a vida, cheia de incertezas, o importante é viver o presente, viver intensamente, pois tudo é muito obscuro quando se trata de futuro, a transitoriedade da vida é um fato certo, contudo, podemos deixá la mais bela e “OK”, all be right.

Um pouco do Autor

John Michael Green (Indianápolis, Indiana, 24 de agosto de 1977) é um vlogger, empresário, produtor e autor norte-americano de livros para jovens. Ele escreveu vários livros premiado Looping for Alaska (Quem é Você Alasca?) ( Paper Towers ( Cidades de Papel) The guild is in urs stars(A Culpa é das estrelas) , que foram sucesso de público e crítica, sendo que estes dois últimos foram transformados em filmes, que foram muito bem na bilheteria. Em 2014, Green foi listado na revista Time como uma das “100 Pessoas mais Influentes do Mundo”. Principalmente depois da produção cinematográfica “A culpa é das estrelas”.
Por Lady Hannah
Fontes:Wikipédia, sites de cinema, o livro “A Culpa é das estrelas”
Meu Pé de Morangos II – Poesia Lady Hannah

Deus nos interage com a natureza,
disso somente os sábios sabem com sutileza.. .
Plantei um pé de morangos e junto com ele toda a energia do amor distante
Para não ficar obstante!
O pezinho cresceu se desenvolveu,
Deu frutos, quase morreu!
Mas a força do Amor o fez renascer,
Como a Phoenix renasce das cinzas,
Assim tão bonita ,
Tal como Radha e Krishna !
Folhas grandes e verdinhas, simbolizando
Uma nova vida e a cada dia,
Mais e mais folhinhas,
A energia do Universo, constratando
Os polos positivo e negativos sob as bênçãos de Deus,
Ele me Valeu!
E a Linda plantinha Vai lutando contra
Os desatinos e desafios da vida, assim Como ela,
Outras plantinhas, seres humanos, e todos
Os elementos do Universo, isso é certo..
Deus fez a Natureza coligada Com todos,
E fazemos parte de um todo,
O que nos difere são as nossas formas,
Tudo que tratamos com carinho e amor,
Se transforma, se cria, e fica fazendo
Parte de nossas vidas!
Por Lady Hannah

Além do Oceano – Poesia Lady Hannah

A saudade exprime o verdadeiro amor
Quando estamos longe, muito além do horizonte e do infinito arco-iris multi colorido, nas ondas brilhantes depositamos inerentes sensações do Espírito reluzindo o mar límpido..
A imensa alegria de sentir o sofrimento
Do amor além do oceano
Nos contempla a missão
e bênção de sentir aquilo que não se vê
Amor a resplandecer …
O universo conspira ao nosso favor
Com louvor e adoração,
Poucos sabem a dimensão do verdadeiro
Sentimento da alma que assim se propaga..
O além do oceano não é nada
Para a visão de mundo do absoluto
O tempo não é a principal ação para
O controle das emoções, pois
O amor é encarnado no coração
Além do oceano, além do universo
Sentimentos dispersos das almas
Gêmeas benditas, para sempre, em
Todas as instâncias de mundos
O Amor verdadeiro é absoluto, é uma luz intensa, que nos sustenta!
Por Lady Hannah
Confissões do Crematório obra de Caitlin Doughty (Resumo e Comentários)

Confissões do Crematório, obra literária da Escritora, Agente funerária e Youtuber Caitlin Doughty, relata com contexto histórico, autobiografico e filosófico sobre o tema da morte de uma forma argumentativa, descritiva e irreverente. Apesar de ser um assunto mórbido, a autora expõe os acontecimentos de maneira descontraída e algumas vezes cômica.
O livro é composto por várias histórias reais sobre o cotidiano do trabalho em uma Agência funerária, a autora mescla esses acontecimentos com a filosofia e mitologia, pois Caitlin formou-se em História Medieval antes de trabalhar na Westwind uma agência funerária de Los Angeles.
Seu primeiro dia de trabalho foi barbear um Senhor morto, ela conta de uma forma engraçada quando após ser cremado, o Crânio do Senhor se espatifou em suas mãos.
Na verdade, nada disso a surpreendia, pois, sempre foi fissurada pela morte, resultado de quando na infância aconteceu a morte de seu peixinho de estimação e o dramático passamento de uma garotinha no shopping, na verdade Caitlin já tinha em um sua essência o interesse sobre esse assunto.
Todas as suas narrativas possuem uma reflexão de aprendizado para levar na vida, para tanto, a autora cita os aspectos das ações interagindo com os leitores ou consigo mesmo sobre o que aprendeu disso tudo, além das fantásticas citações históricas envolvendo a morte, as quais muito interessantes, tais como: o povo Wari, Indígenas da floresta amazônica, os quais comiam seus entes queridos após a morte em um ritual sagrado, dos Monges Tibetanos, os quais, após a morte, eram servidos aos pássaros, tudo com significado cultural e muito importante para esses povos, no entanto, para nós são repugnantes.
E dessa forma, ela continua mesclando rituais antigos e atuais da história medieval e contemporâneo com o próprio trabalho na funerária citando inclusive artigos de especialistas no assunto tanto no campo da história como do ramo da indústria morte, propiciando a narrativa da obra riquíssima em conhecimento, na verdade uma aula de história e curiosidades.
Um dos fatos interessante que a autora cita é o enterro biodegradável consistente no corpo envolvido em um material específico, depois é depositado na terra, e por fim, planta-se uma árvore e assim o corpo dará nutrientes para a planta se desenvolver, esse é o preferido de Caitlin.
Nesse tempo todo, o qual, a autora esteve na Westwind, ela se deparou com vários tipos de corpos e partes deles também, o mais delicado para ela era cremar bebês, a deixavam sentimental. Além de narrar como era feito o embalsamamento moderno, não era como os dos faraós do antigo Egito, mas faz parte hoje em dia, contribuindo para uma aparência melhor da pessoa que morreu servindo para um consolo para os familiares. Mas a reflexão é:”Ficamos muito frágeis até após a morte “.
Caitlin conta como se decidiu matricular-se na Faculdade da morte, e nesse ínterim, ela teria que deixar seu trabalho na Westwind e narra como seus futuros substitutos preenchiam a ficha de emprego, que por sinal é muito ilário o que eles e elas respondiam. Mas ela também precisaria de um novo emprego, nisso, ela conseguiu um, o qual não era o pretendido, mas servia para pagar as contas (Motorista de Van Mortuária) transportando pessoas mortas para uma agência funerária popular, o veículo podia transportar cerca de 11 corpos e fazia por dia 500 Km rodados.
Duas vezes, a Autora deu de cara com a morte, ambas aconteceram em seu automóvel. Uma que ela mesma quase causou e outra em um acidente, a reflexão desses acontecimentos :”Todas as pessoas têm medo da morte, mesmo àquelas acostumadas com ela”.
No epílogo do livro, Caitlin narra sua volta à Westwind e sobre a morte de sua avó, a qual não foi i esperado e a frustração de ver seu ente querido em uma situação a qual abominava e muito tempestuosa.
A Autora reflete em um local, digamos que para ela era mórbido em demasia: “O Cemitério “, onde as pessoas sob aquele silêncio enterrados (escondidos) nas valas dos túmulos se decompondo. “O Silêncio da morte, do cemitério, não era uma punição, mas uma recompensa por uma vida bem vivida “.
Comentários sobre a Obra
Confissões do Crematório de Caitlin Doughty, narrada em primeira pessoa, uma narrativa autobiografica, apresentando o narrador personagem. É uma verdadeira obra de arte literária contemporânea no tocante à construção da narrativa, o enredo bem articulado, amarrando as histórias, sem necessidade de continuação, ou seja, pode aprecia- las separadamente, pois o assunto é o mesmo (morte) com vários contextos em no tema principal:” O Crematório, local de trabalho da autora”.
Explanar sobre a morte é algo muito difícil, pois é um assunto delicado e a maioria das pessoas realmente não gostam por inúmeras razões, especialmente quando se trata da morte terrena, da decomposição, das maneiras tais como um ser humano morre, é no mínimo mórbido e negativo devido à realidade que isso representa para as pessoas no sentido da perda e da morte propriamente dita. Diferente da morte no sentido espiritual, resplandece a esperança de encontrar o ente querido novamente em outro plano.
A verdade nua e crua sobre a morte é que todos os seres irão nascer, envelhecer , morrer, se decompor e voltar ao nada. Dentre muitos relatos inseridos na obra, os aspectos dos vários tipos de mortes, dos vários tipos de pessoas nos trazem a uma realidade que na maioria das vezes não desejamos nem por brincadeira passar. Ver uma pessoa morta, nos faz refletir qual o sentido da vida, para aonde vamos, ou será que morreu acabou.
A Autora expõe sobre as escaras em pessoas, as quais, ficaram muito doente e em decúbito no leito por muito tempo. “Muitos de nós apodrecemos vivo, somos seres tão frágeis e vulneráveis “.
Historicamente, a obra contribuí muito com o tema da morte acerca sobre vários ritos, mitologias e culturas, inclusive sobre assuntos tais como o sobrenatural e bruxaria enfatizando a morte, objeto de estudos na graduação de Caitlin propiciando a narrativa ricamente informativa aguçando a curiosidade, não só pelo trabalho descrito pela autora em uma funerária, e pela cremação, mas em evidenciar a prática dessa cerimônia funerária muito comum na Ásia e o velho Mundo, estarem muito em alta no ocidente, mas de forma diferente.
Sobre a profissão de Agente Funerária, Caitlin Doughty fez um panorama de sua função no Crematório, descrição de muitos pormenores tais como o embalsamamento, recolhimento de corpos, cerimônias de cremação presenciais, sepultamento normais em cemitérios. Tudo isso, com humor, autobiografia da mesma, transparecendo suas frustrações, contentamentos, o mais importante é o respeito e dignidade por todas àquelas pessoas as quais deixaram esse mundo material em seus últimos. momentos com seus entes queridos ou não.
“Concluindo, é um livro para quem planeja morrer um dia”…palavras da Autora, uma realidade muito significativa e certa.

Caitlin Doughty (Oahu, 19 de agosto de 1984) é uma escritora, blogueira, youtuber e agente funerária norte-americana. Caitlin trabalha com a conscientização da morte, por uma reforma no sistema funerário e nas práticas da indústria funerária dos Estados Unidos.
Aos 8 anos, testemunhou a queda de uma criança do segundo andar de um shopping center na cidade, sem compreender que a criança tinha morrido. Por anos, ela temeu a morte e a morte de seus familiares pela forma como todo mundo tratava o assunto da queda, sem falar sobre ele, sem se permitirem sentir o luto da morte. Isso a levou a se interessar pela morte biológica e pelos rituais de morte de vários lugares do mundo.
Estudou na escola St. Andrew, uma escola preparatória para meninas em Honolulu. Ingressou na Universidade de Chicago, onde se graduou em história medieval, com foco na cultura e nos rituais de morte do período. Estudou os julgamentos das bruxas da era moderna e dirigiu uma peça escrita com base no poema “Goblin Market”, de Edgar Allan Poe e Christina Rossetti.
Caitlin fez um curso de ciência mortuária no Cypress College, formando-se como uma agente funerária licenciada. Em seguida, fundou a The Order of the Good Death, uma associação de profissionais funerários, com a presença de artistas, escritores e cientistas, que visam reformar o sistema funerário, desde o momento da morte até o sepultamento.
É Owner da Clarity Funerals and Cremation, em Los Angeles, criadora da web-série “Ask a Mortician”, fundadora da The Order of the Good Death e autora de três livros, Smoke Gets in Your Eyes & Other Lessons from the Crematory em 2014, From Here to Eternity; Traveling the World to Find the Good Death em 2017 e Will My Cat Eat My Eyeballs?: Big Questions from Tiny Mortals About Death em 2019.
Por Lady Hannah
Fontes : Wikipédia, Livros de Literatura, Sites literários, Sites biográficos, Livros da Autora
Eu sou um Corvo – Poesia Lady Hannah

Sonhei que era um Corvo,
Na noite escura a bater
as negras asas em direção ao luar,
Fui até ao portal dos sonhos
o qual,
Separa essa vida
De um mundo misterioso,
que somente alguns
Podem freqüentar…..
E lá,
pude sentir o que os
Pássaros sentem ao voar,
Uma sensação de medo
Ao olhar o mundo de cima,
E ao mesmo tempo a liberdade
ao aterrissar…
Sonho estranho, mas renovador,
é como não estivesse sentindo mais a
Dor, apenas curtindo
Um momento de
Louvor….
Lady Hannah
Resumo e Comentários da obra de Miguel G Arroyo (Currículo, Território em Disputa)

Currículo, Território em disputa
(Miguel G. Arroyo)
Síntese do conteúdo com comentários do Autor(reflexão)
Arroyo ressalta a nova base nacional de formação de Professores e critica sobre o declínio das conquistas acerca de lutas e movimentos educacionais (culturais), sobre o reconhecimento das diversidades tais como: Indígenas, Quirambolas, Rurais, LGBTs e etc.
O currículo é um recurso definido de diretrizes curriculares, (reflexão). “Parem de disputar os currículos, pois os mesmos não são disputados, mas respeitados “.
Cita três norteadores para a pessoa humana: nação, Deus acima de tudo e de todos, nesses tempos políticos muito sérios. (reflexão)
Ressalta que estamos em Pedagogia impostas em currículos, território em disputa (política), a qual radicaliza as disputas nos campos curriculares.
.tempo de pandemia política
.tempos de disputa do curriculo
.tempos de disputa à docencia
Direciona que Currículo, território e disputa, tem partido. Professores têm direito aos currículos, pelos saberes da decência e currículo de graduação, partido por outra proposta pedagógica diferente das escolas sem partido.
Reflete sobre a escola militar, diz que são escolas violentas, pois acomodam estudantes das comunidades (crianças e adolescentes, os quais não são educáveis pelo currículo esperado e sonhado).
Arroyo volta no assunto, o qual os Professores são sujeitos de saberes, lutamos para sermos sujeitos de direitos, somos trabalhadores da Educação, temos direito de exigir, lutar pelos nossos direitos, no entanto, o trabalho docente é atacado. Então reaprendamos a resistir e é pelo currículo, direito à formação à vários saberes (direito da Mulher, Indígenas, Quirambolas, LGBTs e tudo mais), o qual vamos conquistar novas conquistas e reaver os perdidos.
Ex. Cem anos de solidão, obra de Gabriel Garcia Márquez, realismo trágico da Educação desde a colonização.
Pandemia política (reflexão)
.Nova educação, tentaram acabar com a cultura da diversidade (culturicista), negros, indígenas, deficientes, trans e etc). Pessoas da periferia, a escola é para educar para a cidadania e não formar subcidadãos.
Ressalta ainda que estamos em um momento (duro) na educação. Temos que nos conscientizar do porquê a educação é atacada e porquê somos atacados, em resposta:”Devemos tomar partido dos excluídos).
Reflete sobre a destruição dos direitos, “A vida não tem mais valor, crítica a atual nação que estamos, (política de vida sem valor), nisso, reflete que a escola pública é a Escola dos Pobres, a disputa do currículo tem que se adequar às condições do Educando ameaçado pela brutalidade das condições humanas.
Arroyo coloca em questão a atual história política Brasileira, da retirada do dinheiro destinado à Educação e Saúde para os auxílios emergências, significa que a Educação é jogada no lixo. Para que viremos esse jogo, devemos ser sujeitos que lutam por condições de vida humana, condições para a Educação, são os Estudantes, os quais abrem espaço nos Curriculos, ou seja, a Criança e o Adolescente tem que gostar de estudar e gostar também do ambiente escolar. A escola como lugar não só de conhecimento, mas de proteção. A Escola é mais que escola, para vidas ameaçadas.
É uma reflexão sobre a atual Educação Básica Brasileira de um modo geral. E Escola Pública é de direito de todos, principalmente os menos favorecidos, para tanto, é preciso de mais investimento na Educação, valorização dos Professores pelos Governantes, O Currículo deve ser centrado no Estudante, pelo Estudante, e o Professor Protagonista desse Currículo, o qual atraia o Estudante a gostar da Escola e de Estudar agregando o respeito das várias diversidades Humanas dentro do Curriculo para formar Cidadãos conscientes do seu espaço no mundo com direitos e deveres, em busca da prosperidade.
Um pouco do Autor

O sociólogo Miguel Gonzalez Arroyo é um grande defensor da educação integral. Nascido na Espanha em 1935, Arroyo veio para o Brasil para escapar da ditadura de Franco no final da década de 50. Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Minas Gerais (1970), mestrado em Ciência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais (1974) e doutorado (PhD em Educação) – Stanford University (1976).Por aqui, fez carreira na educação, defendendo que a pedagogia deve dialogar com a realidade dos alunos, especialmente, nas áreas mais vulneráveis.
Nos anos 1990, foi secretário-adjunto de educação da prefeitura de Belo Horizonte e implementou um programa que modificou os métodos de avaliação, criando ciclos que respeitavam os diferentes ritmos de aprendizagem dos alunos e ampliando o tempo para a vivência cultural.
Arroyo é professor emérito da Universidade Federal de Minas Gerais. Para o educador, o papel da escola vai além de desenvolver habilidades como ler e escrever. Miguel arroyo defende que a escola deve formar cidadãos.
Por Lady Hannah
Fontes: Livro do Autor, Youtube, Sites Biográficos
Dias frios de Inverno – Poesia Lady Hannah

Nos dias frios de inverno
Os dias amanhecem fechados,
As nuvens cinzas dialogando
Com a brisa forte de vento longínquo
Contrastando com a leve glória fria,
A qual bate na face, trazendo a
Saudade do amor distante que
Dói, maltrata, quase mata!
Nos dias frios de inverno,
As tardes se tornam Sombrias,
Densas, envolvidos com a mesma
Brisa da manhã, com o frio da
Saudade com uma angústia
Infinita e aflita, que nos atinge
A perder de vista!
Nos dias frios de Inverno,
As noites começam cedo, a
Escuridão é o lamento interagindo
Com a saudade do toque quente
Do ser Amado adorado, a esquentar
Com o afago e deleite da alma
Gelada, nesses tristes
Dias desesperados!
Dias frios, dias quentes, a saudade
Impera tal como uma flecha que
Atinje o coração;
que o faz descompensar
E um mar de lágrimas demarrar, até o
Varão chegar!
Por Lady Hannah